sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A Agricultura no Rumo Certo


Os empréstimos autorizados por meio do Programa de Sustentação de Investimento (PSI-BK), em julho de 2013, apresentaram alta de 61,7% sobre o mesmo período da safra anterior, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Esta modalidade permite que o produtor rural financie a aquisição de máquinas e implementos agrícolas.
Com a taxa de juros de 3,5% e a programação de R$ 7 bilhões em recursos pelo PSI-BK, já foram aplicados no primeiro mês da safra deste ano R$ 915,6 milhões. No mesmo mês da safra 2012/13 o valor atingido foi de R$ 566,3 milhões.
Para o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, este resultado é devido à melhora nas condições de crédito nas modalidades de investimento, afirma que o governo está comprometido com o setor.

Os financiamentos para a agricultura empresarial na aplicação de julho de 2013 somaram R$ 9,5 bilhões, um aumento de 55% em relação ao mesmo mês da safra anterior, que foi de R$ 6,1 bilhões.

Vamos Parar Com a Hipocrisia

Acompanhamos vários momentos que caracterizaram a essência da hipocrisia no País. O Procurador Gurgel, agora aposentado, ofereceu denúncia contra o Renan Calheiros apenas um dia antes da eleição à Presidência do Senado, simplesmente para mostrar para população que seu dever de oferecer a denúncia tinha acabado de ser cumprido, HIPOCRISIA, pois, esse processo ficou parado na mesa dele por muito tempo e se tivesse feito isso logo que recebeu a denúncia, aí sim, teria cumprido com sua obrigação de Procurador Geral da República! A ministra Carmem Lúcia segurou o processo do Deputado Donadon por dois anos e só expediu o mandado de prisão durante as manifestações dos jovens! Dois anos o processo ficou parado na mesa dela e somente para mostrar para os Jovens que o STF estava cumprindo com suas obrigações, imediatamente, mandou prender o Deputado, HIPOCRISIA, pois, deveria ter feito há dois anos atrás! São centenas de situações Hipócritas!
Agora mais uma: Ficam alguns Deputados com discursos calorosos sobre  o voto aberto! Eu concordo, mas, apenas se todos os votos forem abertos, então, por exemplo se o apresentador da Globo na hora de votar, seja para vereador, prefeito, governador, imediatamente num painel aparecesse em quem ele votou, imagine se em algum momento aquele voto ferisse os interesses da Globo, qual seria o resultado para aquele apresentador? Imagine você aí no município quando fosse apresentar seu voto ele imediatamente aparecesse no painel em quem você votou! Como seria a repercussão na cidade? Vamos parar com a HIPOCRISIA! Vamos começar a levar o Brasil mais a sério e não usar de uma manipulação para conquista de poder!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013


A pergunta a todos que se movimentaram nessas manifestações é se realmente estão participando da política e também das decisões políticas e se estão discutindo sobre política!
Dizem por aí que os brasileiros não tem memória e principalmente não tem memória política! Cabe aos brasileiros provarem o contrário!
As eleições estão chegando...

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Alguns Governadores - Qualquer Semelhança Será Mera Constatação!


Caio Júlio César Augusto Germânico (em latim Gaius Julius Caesar Augustus Germanicus; 31 de agosto de 12 - 24 de janeiro de 41), também conhecido como Caio César ou Calígula, foi imperador romano de 16 de março de 37 até o seu assassinato, em 24 de janeiro de 41. Foi o terceiro imperador de Roma e membro da Dinastia Júlio-Claudiana, instituída por Augusto. Ficou conhecido pela sua natureza extravagante e por vezes cruel. Foi assassinado pela guarda pretoriana em 41, aos 29 anos. A sua alcunha Calígula (que significa "botinhas" em português) foi posta pelos soldados das legiões comandadas pelo pai, que achavam graça vê-lo mascarado de legionário, com pequenas caligae (sandálias militares) nos pés.
Era o filho mais novo de Germânico, que era filho adotivo do imperador Tibério. Germânico é considerado como um dos maiores generais da história de Roma. As suas relações com Tibério pareceram melhorar quando este se mudou para Capri e foi designado pontifex. À sua morte —a 16 de março de 37 — Tibério ordenou que o Império devia ser governado conjuntamente por Calígula e Tibério Gemelo.
Após desfazer-se de Gemelo, o novo imperador tomou as rédeas do Império. A sua administração teve uma época inicial pontuada por uma crescente prosperidade e uma gestão impecável; mas a grave doença que atacou o imperador marcou um ponto de inflexão no seu jeito de reinar. Apesar de que uma série de erros na sua administração derivaram numa crise econômica, empreendeu um conjunto de reformas públicas e urbanísticas que acabaram por esvaziar o tesouro. Apressado pelas dívidas, pôs em funcionamento uma série de medidas desesperadas para restabelecer as finanças imperiais, entre as que se destaca pedir dinheiro à plebe.
Nos seus últimos anos de vida esteve envolvido numa série de escândalos entre os quais se destacam manter relações incestuosas com as suas irmãs e até mesmo obrigá-las a prostituir-se. A 24 de janeiro de 41, foi assassinado pelos executores de uma conspiração integrada por pretorianos e senadores, e liderados pelo seu praefectus, Cássio Querea. O desejo de alguns conspiradores de restaurar a República viu-se frustrado quando, no mesmo dia do assassinato de Calígula, o seu tio Cláudio foi declarado imperador pelos pretorianos. Uma das primeiras ações de Cláudio como imperador foi ordenar a execução dos assassinos do seu sobrinho.

Existem poucas fontes sobreviventes que descrevam o seu reinado, nenhuma das quais refere de maneira favorável; pelo contrário, as fontes centram-se na sua crueldade, extravagância e perversidade sexual, apresentando-o como um tirano demente. Tornou-se o primeiro imperador a se apresentar frente ao povo como um deus.